sexta-feira, 26 de novembro de 2010

política.

Tiririca tem que ser.


Dentre os vermes do congresso,
Tantos outros querem entrar
Não bastasse palhaçada
Para o povo, enganar.
Pois Brasília é o reduto
Tiririca quer entrar!

Da metrópole do país
Votação Um milhão,
Viva, povo brasileiro
Paulistinhas eles são.

Nada contra meu amigo,
Tiririca tem que ser
Bom palhaço para o povo
Na TV pra entreter.

Não condeno ele não
Deputado ele quer ser,
Por mentiras discursadas
No congresso ele ver.

Se o povo nele votou
É direito ele ir
Se analfa, eu não sei
Pois, não quero regredir.

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ele é sucesso para Baianos e Turistas

Por: Luzy Ferreira
Não há como resistir....a esse encanto
Quando se fala em tempero baiano lembra -se logo do acarajé. Famoso no Barasil e até no exteroir, não ha quem ressista aquele cheiro que traspira nos tabuleiros das baianas, nos finais de tardes em cada ponto da cidade. O Bolinho feito do feijão fradinho, tornor-se referência na culinaria Baiana. Símbolo da bahia. Quem veêm a Salvador e não come o acarajé, não conheceu o tempero que a baiana tem.

É por isso que o Empresário Marcos Antonio Moura 48, e sua esposa Luiza Lima, não resiste às tentações, do delicioso acarajé do Gregório na Mouraria, é tão bom que nos finais de tade, é preciso enfrentar fila, se quiser comer o melhor acarajé do Centro da Cidade.
Cada um tem sua preferência, assim como a Estudante de Direito Vanessa Ramos 26, "Nossa é muito bom! Vou até Itapuan comer o melhor acarajé de Salvador, que é o da Tereza". " Não é apreciado só por mim, mais também pelos turista que veêm a Salvador, conclue. A paixão pelos Quitutes já atravessou fronteira, o sucesso do Bolinho de Feijão na culinaria baiana tornou -o globalizado, pelo sabor e tempero singular.
O preparo do acarajé e seus acompanhamentos, não é tarefa simples, depende de paciência, mão boa e amor no preparo. Oriundo da cultura Nagô, inserido por volta de 1535, a liturgia veêm da Divindade Yansã, que constam na História Africana, sobre seus domínios, com o vento, brisa e outros elementos da natureza.
Não é atoa que ele é magestade, mesmo aquele.... de sua rua, que não tem fama é reconhecido pelo público consumidor. Além de popular é gostoso e todos têm seu lugar no no mercado. Basta passar pelo tabuleiro e sentir cheiro, a vontade de comer é incontrolavel, até quem está na dieta não resiste. Isso porque a iguaria tem um poder sobre o ofato daqueles que ama o acarajé da Bahia.

Haja Tapioca



Na Estácio Fib ocorreu um Festival de Tapioca que foi feito para avaliação da matéria eventos sócio corporativos, ministrada pela professora Cristiane Barreto, da turma de gastronomia de 2009.2. a turma escolheu o tema tapioca por ser algo bem regional e quería mostrar a versatilidade no uso desse produto.

O evento foi marcado por receitas gostosas, com boa receptividade dos alunos do curso de gastronomia e boa organização do que eles tinham proposto.

O aluno Rafael Gomes comentou sobre sua experiência que teve com esse evento:

ESSA ATIVIDADE FOI BEM REALIZADA PARA VOCE ALUNO DA MATERIA?


RG: Sim, acredito que conseguimos por em pratica o que tínhamos aprendido durante o semestre com a matéria.

O QUE DE MELHOR VOCE TIRA DESSA ATIVIDADE REALIZADA?


RG: a grande variedade de preparações que se pode ter com o uso da tapioca, não somente as receitas tradicionais como o cuscuz ou o mingau, mas também novas criações e adaptações de receitas como o hot roll, cupcake e o bem casado, todos feitos com a tapioca

SE SENTE SATISFEITO COM O RESULTADO OBTIDO?


RG: Sim, me sinto satisfeito com o resultado obtido.

ACHA QUE VALE APENA TER ATIVIDADES COMO ESSA PARA O SEU CURSO?


RG: Acredito que esse tipo de atividade é importante para o curso, pois eventos é um dos segmentos do mercado gastronômico e com a pratica podemos ter uma noção melhor de como funciona todo o processo de criação de um evento, desde o seu planejamento ate a sua execução.

Nesse blog feito pelos alunos vocês poderão saber mais coisas sobre a tapioca.

http://hajatapioca.webnode.com.br/

Luiz Fernando G0mes de Souza

Gosto não se discute

Acarajé, bolo feito de massa de feijão, misturada com camarão moído, e frito em azeite-de-dendê. Comida típica dos baianos.

Os pontos que vendem o acarajé são representados pelas baianas figuras típicas da região, que o fazem e vendem.

Esses pontos de venda tornaram-se pontos de encontro para amigos. Com o objetivo de tomar uma cervejinha, comer um tira gosto e bater um papinho.

Rommel Vacek, estudante de design gráfico, falou” gosto de comer no Cabula 6 por que é gostoso demais e a massa é diferente”, outro ponto que o estudante costuma a freqüentar é o de Cira no Rio Vermelho, pois gosta da ambiente e do abará feito por ela. “Eu trocaria um prato de comida por uma acarajé, sou baiano”.

Matheus Dunham, estudante de jornalismo revelou que costuma ir ao acarajé da baiana Chica que fica localizado na Pituba, por achar muito gostoso e por ficar perto da onde ele mora. E gosta de encontrar com amigos para confraternizar.

Gosto não se discute, a única certeza é que acarajé é uma comida típica apreciada pela grande maioria da população baiana, não importando o local da venda sempre tem alguém degustando esse alimento delicioso.

Luiz Fernando Gomes de Souza
O Perigo de marcar encontro pela net.

Começa a procura por salas de bate papo em sites. Uma vez feito a escolha, caneta e papel para anotações. Sem conhecer quem está do outro lado teclando, começa a busca por um relacionamento. A princípio, tudo é perfeito. Busca incessante por conhecer pessoas e ampliar a rede de conhecimento, e quem sabe um relacionamento que poderá acabar com alegria ou angústia. Dezoito de novembro de 2010, data marcante para as famílias de duas garotas, uma de 16 anos e outra de 13 anos. Marcado o encontro por um site de relacionamento, este acaba em angústia, as duas jovens são brutalmente assassinadas.

Diante do fato que a cada dia jovens se relacionam através da internet, em uma pesquisa na própria internet, conversamos com jovens e adultos, que buscam conhecer pessoas em salas de bate papo. Monica, 30 anos, pisicóloga, utilizava esse nome na sala de bate papo e conta que até então não sabia da tragédia que ocorreu em Salvador. No entanto, ela falou que só entra para se distrair um pouco e conversar, já que mora sozinha e assim o tempo passa rápido, mas não se encontra e nunca se encontrou com alguém.

Outra história é a de Cristina 42 anos, solteira, reside em Cachoeira, tem uma filha de 11 anos e usa o nome na sala de bate papo como Lua Flor. “Não saio com ninguém com quem falo na internet porque tenho medo, é muita gente do mal, só converso mesmo no computador, ando pelas salas de bate papo há dois anos e nunca fui a encontros”. Ela completa falando que muitos já querem ver ela pessoalmente na casa, mas ela diz que não dá.

Sandy Oliveira, 19 anos, mora no Rio de Janeiro. Informada sobre o que ocorreu aqui em Salvador e questionada se não teria medo de se encontrar com alguém, ela admite ter receios quanto a possibilidade de envolvimento atravé da internet. “Já namorei um menino, mas não gostei, ele era muito ciumento, mas tenho muito medo sim, claro. Teve uma vez que fui com minha mãe, (risos) mas só uma vez”. Depois, ela completa e fala que nunca mais na vida dela, ela vai marcar com alguém, depois de saber do assassinato das duas jovens daqui de salvador.

Mas nem tudo é tragédia. Áurea Mariana Araujo Mascarenhas 27 anos, reside em Salvador. Acompanha o caso das jovens e sabe sim dos riscos que a internet oferece. Você já marcou encontrou com alguém pela internet? Ela responde: “Já e já namorei oito meses”. E você teria coragem de fazer isso de novo? “Sim, claro, mas em um lugar com muita gente, movimento. Às vezes marco aqui mesmo no meu bairro”.

O psicólogo Ailton Amélio da Silva, em entrevista concedida ao G1, fala sobre medidas de segurança para namoro na internet e avisa: sua busca deve ser feita de maneira segura. Se você ainda não está bem seguro sobre a identidade do parceiro, não apresente informações muito íntimas ou de interesse econômico. Certifique-se de que a pessoa é quem diz ser. Procurar ver o seu nome em listas telefônicas, fazer até mesmo uma pesquisa no Google.

Nome e localização da empresa onde diz trabalhar, se outra pessoa também atende ao telefone e confirme algumas informações que ela ofereceu. No primeiro encontro, sempre marcar em um local público: vá acompanhado (a), shopping Center, restaurante, não aceitar carona e nem dar. Combine o encontro durante o dia. Avise alguém e dê detalhes de segurança com quem vai sair e onde está indo: – com esses cuidados seu encontro será mais seguro.

Acarajé, iguaria que não pode faltar no cardápio do baiano

O acarajé em Salvador tem grandes ícones como Dinha (Já falecida) que era a mais famosa, Cira e Regina. Com a morte de Dinha, Cira se tornou a mais famosa baiana da atualidade, seus quitutes inclusive foram eleitos os melhores do Brasil, segundo a revista Veja. Tamanho sucesso lhe rendeu um restaurante além dos dois pontos de acarajé que possui em Itapuã e Lauro de Freitas.

A profissão é passada de mãe para filhos, assim foi com Dinha, que antes de partir, ensinou tudo a sua filha Elaine, que hoje administra os pontos e o restaurante do Rio vermelho. A iguaria faz tanto sucesso que tem até homens, evangélicos e delicatessens comercializando-a.

O acarajé surgiu como oferenda, em terreiros de Candomblé e hoje faz parte do cardápio diário de muitos baianos e turistas. Na África, é chamado de “Àkàrà” que significa “bola de fogo” enquanto “Je” possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas duas palavras numa só, acara-je, ou seja, acarajé ”comer bola de fogo”.
Cada bairro possui sua baiana preferida. Na Liberdade, mais precisamente na Ladeira do São Cristovão, n°75, a “dona do pedaço” chama-se Binha. A criadora do acarajézão e abarázão de 1 kg. Isso mesmo, você leu 1 kg!
Sua criação atrai diariamente, de domingo a domingo, faça chuva ou faça sol, anônimos e famosos de todos os cantos da cidade que formam grandes filas de pessoas, carros, motos e até caminhões. “O Márcio Vitor, do Psirico veio uma vez e causou o maior frisson (risos). Já o cantor Edson Gomes vem sempre, é cliente fiel. Já vieram outros, mas, esqueci os nomes.” Revela.
Apesar do peso, o preço não assusta. Por apenas R$ 2,50 você leva pra casa um acarajé ou abará grande sem camarão.Com camarão é R$ 3,00.
A distância não impede a técnica de enfermagem Ádila Alves, 27 anos,de comer o quitute na sua baiana preferida.Ela  morou no Largo do Tanque e mudou-se para Pernambués recentemente. “Mesmo com a distância, não deixo de vir comer o acarajé e o abará de Binha.É uma verdadeira refeição, as vezes não consigo comer sozinha”disse acrescentando “Compro sempre um acarajé e um abará com tudo,levo pra casa e divido com meu marido,minha mãe e meu filho”.
O estudante Jandi Alex, 23 anos, mora na Liberdade, mas, sempre que pode vai comer o acarajé do ponto da faculdade Ucsal,próximo ao jornal A Tarde. “Venho aqui por que o acarajé é delicioso, crocante e o melhor, custa apenas hum real, é baratinho” disse.
A revendedora da Avon Edilene dos Santos, 29 anos, gosta do acarajé de Cira, em Itapuã “Depois da praia sempre gosto de ir no tabuleiro de Cira, a fila é grande, o preço é caro,mas,vale a pena,é uma delícia!”.

O primeiro emprego


A ausência da qualificação profissional ainda é um dos principais entraves para entrada de trabalhadores do mercado de Salvador. A cidade conhecida como a "capital nacional do desemprego", vivencia uma realidade preocupante. Muitos jovens largam os estudos para ajudar os pais nas despesas de casa.


Essa falta de capacitação dos jovens tem interferência direta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), na questão do primeiro emprego com carteira assinada.


Todo o ano o sistema de intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece milhares de vagas de emprego que ficam sem preenchimento por causa da falta de capacitação dos candidatos. Fatores como este elevam o número de pessoas que permanecem desempregadas na capital. Atualmente a cidade tem cerca de 340 mil pessoas sem emprego.
Há 30 anos Salvador salvador lidera o ranking com a maior taxa de desemprego do país. Quanto menor a renda familiar, maior a pressão sobre os jovens. Para quem nunca trabalhou é mais complicado. E nessa hora não dá para escolher muito não. Além disso, começa uma batalha entre a escola e o trabalho. Quem ganha?

Amanda, 18 anos, vive esse dilema. A jovem cursa o ensino médio pela manhã e à tarde se divide entre as tarefas escolares e o trabalho temporário em uma lanchonete.

A escola pública tem lá seus problemas. Amanda já ouviu de sua professora qual a principal dificuldade: base de ensino. Mas Amanda é dedicada e tem um objetivo. Tanto sacrifício tem um motivo definido. Ela quer juntar dinheiro para investir na faculdade de medicina.

Assim como Amanda, há muitos jovens que dependem de um emprego para investir no futuro de seus estudos, pois acreditam que assim poderão ter uma condição de vida mais elevada.
Hoje, o desemprego é um dos principais problema nacionais. A globalização provocou a necesidade de modernização tecnológica em uma proporção muito rápida. Existem muitas vagas a serem ocupadas para quem posssui qualificação profissional em todo o país, principalmente na aérea de tecnologia de informação com salários extraordinários, então investir na profissionalização é o melhor caminho para garantir uma carreira promissora que venha trazer vantagem pessoal e profissional.